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Ténéré 600 O Camelo Mecanico

A assuntos que não se encaixam nos outros tópicos....
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2015!

Mensagempor Adelson_AL » 25 Nov 2005, 14:22

cotarmsg][center]Bom pessoal, sempre antes de compar uma moto procuoro pesquisar gastante sobre a tal em questão. Trago aqui pra galera um material de pesquisa muito interessante retirado de vários sites de internet e com suas devidas citações.

Aproveite quem puder rsrssrrs Tá muuito pesado.

Abraços,
Adelson....
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[center]Imagem
Herdeira da original XT 500, a Ténéré foi nossa maior
opção em uso misto até a chegada das importadas
[/center]

Em 1976, o francês Thierry Sabine ainda não havia se perdido num deserto da Líbia, o que o levaria a criar o famoso Paris-Dakar -- o severo rali que ia da França ao Senegal, na África. Mas naquele ano a Yamaha, percebendo que alguns motociclistas tinham condições de uso não muito menos severas do que as que caracterizariam o rali a partir de 1979, inaugurava um segmento -- o das grandes motos de uso misto com motor monocilíndrico -- com a XT 500.

Imagem

Alta, robusta, a XT tinha no motor seu destaque: o big single de 499 cm3 a quatro tempos, com comando no cabeçote e duas válvulas, entregava 27 cv a tranqüilas 6.000 rpm e o generoso torque de 3,4 m.kgf a 4.500 rpm, o bastante para chegar a 135 km/h. Apesar do peso elevado (155 kg a seco), era uma opção ímpar para aplicações que exigissem mais força do que agilidade -- quase um trator sobre duas rodas.

[cotarmsg]Imagem
Modelo XT600Z
Fabricação 1986 - 1987
Cilindradas 595cc
Horse Power 46HP
Torque 49Nm
Partida Elétrica e Pedal
Tanque 23 L
Rodas 21“ e 18"
Suspensão 255 e 235mm
Peso Seco 179kg
[/cotarmsg]
Em 1986, a Yamaha fez severas mudanças na Ténéré. Em muitos países, este novo modelo foi chamado de 1VJ. Junto à partida com pedal ela recebeu a partida elétrica. O filtro de ar foi retirado de baixo do banco e colocado de baixo do tanque. Isto reduziu a capacidade de armazenamento de combustível para 23 litros. Além disso, o tanque de combustível tinha 2 lados que desciam por ambos os lados do quadro o que dava distribuição de peso. Assim sendo, foi necessária a implantação de uma bomba de combustível. O radiador refrigerado a óleo foi montado em frente ao cabeçote do motor, no lado direito. Com essa mudança e os lados do tanque reduzidos, a Ténéré passou a apresentar repentinos e inesperados problemas de super aquecimento no motor. Para resolver este problema a Yamaha tentou implantar parafusos mais longos no cabeçote do motor e um aumento no diâmetro (de 27mm para 28mm) no orifício secundário do carburador. Essa nova mudança não fez apenas com que o consumo de combustível aumentasse como também um mau funcionamento do motor em altas rotações. Ténérés mal faladas, não foram raridade durante este ano, nas suas viagens pelos Alpes.
Manteve-se no mercado americano até 1981, enquanto no europeu persistiu até 1989 -- e ainda hoje possui admiradores. Para 1982 era lançada uma versão maior, a XT 550, com 554 cm3, dois carburadores, quatro válvulas e potência de 38 cv a 5.500 rpm. A suspensão traseira de duas molas dava lugar a uma monomola e a velocidade máxima superava 150 km/h. Levaria dois anos para que um novo aumento de cilindrada, para 591 cm3, desse origem à XT 600.
Juntas, o modelo 86 e 87 prejudicaram seriamente a reputação das Ténérés. Ficaram conhecidas como não confiáveis companias para viagens. Pois nestes dois modelos, apenas atacaram os sintomas, coisa que não resolveu o problema fundamental.

[center]Imagem
O porte robusto e o grande tanque de 23 litros impunham respeito à XT 600 Ténéré, inspirada -- até no nome -- nos desertos do rali Paris-Dakar[/center]

A potência era agora de 40 cv e o torque de 4,8 m.kgf, o que conferia ótimo desempenho com os 151 kg a seco. Mas os entusiastas do Paris-Dakar desejavam uma moto mais próxima, também em estilo, daquelas que competiam nos desertos africanos. E o nome de um deles -- Ténéré, em que a pronúncia é fechada, "tenerê" -- foi o escolhido para uma versão mais encorpada da XT 600, lançada em 1985.

Um imenso tanque de combustível, de 28 litros (contra apenas 11,8 da XT), dominava o visual da nova Yamaha e logo a identificava com o rali que a batizou. O motor era o mesmo da versão "magra", mas com maior potência (46 cv a 6.500 rpm) e radiador de óleo. Com 155 kg a seco, exigia pilotos igualmente robustos para dominá-la. Mas não era uma endurista para trilhas densas, como a "prima" TT 600, e sim uma todo-terreno capaz de viajar por estradas de qualquer qualidade com robustez, autonomia e certo conforto.

A potência era agora de 40 cv e o torque de 4,8 m.kgf, o que conferia ótimo desempenho com os 151 kg a seco. Mas os entusiastas do Paris-Dakar desejavam uma moto mais próxima, também em estilo, daquelas que competiam nos desertos africanos. E o nome de um deles -- Ténéré, em que a pronúncia é fechada, "tenerê" -- foi o escolhido para uma versão mais encorpada da XT 600, lançada em 1985.

Um imenso tanque de combustível, de 28 litros (contra apenas 11,8 da XT), dominava o visual da nova Yamaha e logo a identificava com o rali que a batizou. O motor era o mesmo da versão "magra", mas com maior potência (46 cv a 6.500 rpm) e radiador de óleo. Com 155 kg a seco, exigia pilotos igualmente robustos para dominá-la. Mas não era uma endurista para trilhas densas, como a "prima" TT 600, e sim uma todo-terreno capaz de viajar por estradas de qualquer qualidade com robustez, autonomia e certo conforto.

[center]Imagem
Em 1988 a Ténéré japonesa assumia novas formas, mas as laterais alongadas e o freio a disco traseiro não seriam adotados aqui junto do novo visual[/center]


Na linha 1986 o tanque era reduzido para 23 litros, cedendo espaço na parte central ao filtro de ar. A razão era a adoção de partida elétrica, muito bem-vinda em uma 600, que exigia uma bateria maior sob o banco, onde antes ficava o filtro.

A Ténéré manteve seu estilo até 1988, quando uma ampla reestilização a deixou mais parecida com as motos do Paris-Dakar à época. Em vez do farol retangular, da pequena carenagem e do pára-lama dianteiro elevado, vinham dois faróis redondos, carenagem integral fixada ao tanque e um pára-lama baixo, rente à roda. Ganhava ainda um freio traseiro a disco, em apoio ao dianteiro já existente na linha 600. O modelo antigo permaneceu em oferta por pouco temporecebeu). Os problemas de super aquecimento, apresentados nos modelos 86 e 87 foram resolvidos transferindo o para lamas diretamente sobre a roda. Além disso, aumentaram o tamanho do radiador em 1/3. Adicionado a tudo isso ainda melhorou o mecanismo de lubrificação e a quinta marcha foi fortalecida. Assim a Ténéré voltou a ter seu status de confiável compania para viagens de longa distância.

[cotarmsg]
Imagem
Modelo XT600Z
Fabricação 1988 - 1993
Cilindradas 595cc
Horse Power 46HP
Torque 49Nm
Partida Eléctrica
Tanque 23 L
Rodas 21" e 18"
Suspensão 255 e 235mm
Peso Seco 185kg
[/cotarmsg]



A nova versão ficou em linha até 1991, restando apenas a XT 600E, mais leve e de estilo ágil, nessa cilindrada. Os adeptos do maior porte da Ténéré puderam contar com a XTZ 660, de 48 cv, e com a poderosa XTZ 750 Super Ténéré, uma bicilíndrica de 70 cv de potência para longas jornadas.

Em 1991 a XTZ660 apareceu. Foi o último modelo da monocilíndrica Ténéré. Este modelo não tem muito em comum com a primeira Ténéré. O tanque de combustível teve sua capacidade reduzida para 20 litros e a suspensão foi diminuída para 220mm na dianteira e 200mm na traseira. A aparência de moto completa, do modelo XTZ 660, lhe deu status de robusta, potente e com cara de que sobreviveria mais tempo do que o modelo original de 1983. Mais do que a aparência, o novo motor é o que caracterizou este modelo. O primeiro motor monocilíndrico promoveu uma agradável característica. O motor não é tão flexível quanto o da Ténéré original, mas a média e longa distância, ela claramente tinha mais força. O reservatório de óleo foi movido para dentro do quadro, tal qual a XT 500. O novo radiador refrigerado a água também promovia uma melhor estabilidade na temperatura do motor. A Base da roda um pouco mais longa proporcionou melhor estabilidade em alta velocidade e as pinças duplas dos discos de freio dianteiro proporcionaram maior segurança e uma melhora significativa na frenagem. Mas para viagens em rotas desérticas, o que era a idéia original, ela só poderia ser usada com um certo cuidado. Em 1994 a YAMAHA incorporou farol duplo na XTZ 660, mas a mudança não causou muito impacto nas vendas do modelo. Sua produção parou em 1999. A esta altura a YAMAHA já não tinha mais um modelo intermediário entre a rápida XTZ 750 de dois cilindros e os novos modelos com farol simples e monocilíndricas.


[cotarmsg]
Imagem
Modelo XTZ660
Fabricação 1990 - 1999
Cilindradas 659cc
Horse Power 48HP
Torque 57Nm
Partida Elétrica
Tanque 20 L
Rodas 21“ e 17"
Suspensão 220 e 200mm
Peso Seco 195kg
[/cotarmsg]

XTZ Ténéré 660 Foi o último modelo da monocilíndrica Ténéré


[red]O topo em uso misto No Brasil[/red], a Yamaha fora pioneira no segmento fora-de-estrada no fim da década de 70, com a modesta TT 125, e no início da de 80, com a mais robusta DT 180. No entanto, enquanto a Honda ampliava sua linha de uso misto, com XL 125S, XL e XLX 250R e mais tarde a XLX 350R, e a Agrale ganhava seu espaço com as versões de 125 e 200 cm3, a Yamaha sustentava-se em um único modelo, deixando seu público carente de opções.

Havia na linha japonesa a XT 350, de porte e potência ideais para nosso mercado, que concorreria frontalmente com a XLX de mesma cilindrada e com a Dakar 30.0 da Agrale. Mas a visão mais comum de nossos fabricantes, à época, era de evitar uma competição direta -- veja-se o exemplo da Honda CB 450, que perdeu sua versão Esporte logo que a Yamaha lançou aqui a RD 350, em 1986. Assim, uma 600 foi escolhida para ampliar o leque de uso misto da marca.

[center]Imagem
A Ténéré brasileira, embora com desenho já defasado diante da estrangeira, representava um importante passo para nosso mercado -- e o primeiro motor a quatro tempos da Yamaha[/center]

Lançada em março de 1988, a XT 600Z Ténéré produzida em Manaus, AM era a mesma que o mercado internacional adquiria desde 1985, e que estava por sair de linha lá fora. Havia apenas pequenas diferenças como os retrovisores, emprestados da DT 180Z, e o pára-lama dianteiro. A marca talvez tenha sido conservadora demais, pois poderia trazer logo o novo desenho em vez de esperar que modelos menores -- a NX 150 da Honda e a TDR da própria Yamaha -- introduzissem aqui, no ano seguinte, o estilo de carenagem integrada.

Se em aparência não era a última palavra, em termos de mecânica a Ténéré assumia o trono entre as fora-de-estrada nacionais: não havia nada próximo no segmento em cilindrada, potência (aqui 42 cv, perda de 4 cv devido à nossa gasolina), torque (5,1 m.kgf a apenas 5.500 rpm) e, naturalmente, preço. Foi também a primeira do gênero com partida elétrica, mantendo o pedal (com descompressor automático) para eventualidades nas trilhas.

[center]Imagem
O raio X da 600: suspensão traseira MonoCross, motor de quatro válvulas com radiador de óleo e um torque generoso, de 5,1 m.kgf a apenas 5.500 rpm. O filtro de ar ocupa parte do espaço antes destinado ao tanqu[/center]

[red]Renovação precoce[/red] O fato de ter sido lançada com o desenho já defasado, em relação ao modelo japonês, não deixava dúvidas de que a Ténéré brasileira seria logo remodelada -- o que aconteceu na linha 1990, menos de dois anos após lançada. Vinha o visual do modelo 1988 estrangeiro, com dois faróis e uma ampla carenagem, que acomodava um novo e funcional painel, bem superior ao de instrumentos trapezoidais emprestado da DT 180Z.

[center]Imagem[/center]

O tanque estava ainda maior, 24 litros, mas as tampas laterais eram mantidas do modelo antigo, ao contrário da estrangeira. Por outro lado, melhoravam os retrovisores, os controles elétricos do guidão (todos iguais ao da RD 350R) e a posição do afogador, além de o guidão estar mais elevado. O radiador de óleo era redimensionado, e o sistema de partida a pedal, eliminado. Como se esperava, a nova "roupa" a deixava ainda mais pesada -- 170 kg a seco --, mas a melhor aerodinâmica trazia algum ganho em velocidade máxima.

Nossa única 600 permanecia sem concorrência nacional, mesmo com a chegada no fim daquele ano da Honda NX 350 Sahara. Apesar do estilo "desértico", não passava de uma reedição da XLX 350R, bem mais compacta e sem o torque generoso de um grande monocilindro. Competição direta, apenas importada -- e mais cara --, como a Kawasaki KLR 650 e, a partir de 1992, a Honda NX 650 Dominator.

[center]Imagem
Até o derradeiro modelo 1993, apenas mudanças em detalhes e na decoração. Pouco depois a XT 600E, de porte mais compacto, assumiria seu lugar[/center]

esse ano-modelo a Ténéré tinha a suspensão dianteira simplificada, perdendo o ajuste pneumático de pressão, e ganhava pequenas melhorias técnicas. Seu porte mantinha admiradores, que a Yamaha atendia com a importação da Super Ténéré 750, mas parte do mercado parecia voltada a outro conceito: o de motos mais esguias, ágeis e não tão pesadas, como a Dominator.

Em 1989 a YAMAHA apresentou a Super Ténéré. Este novo modelo foi desenvolvido com dois cilindros, cinco válvulas e dois carburadores. O modelo alcançou performance máxima no cenário de Enduros. Ela não é tão leve quanto uma monocilíndrica e por isso não pode ser usada em qualquer situação, ainda assim pode ser usada, e muito bem, off road. Finalizando, é fato conhecido que a Super Ténéré é uma moto sólida e ótima para viagens de longa distância com muito conforto.
[cotarmsg]
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Modelo XTZ750
Fabricação 1991 - 1996
Cilindradas 749cc
Horse Power 68HP
Torque 67Nm
Partida Elétrica
Tanque 26 L
Rodas 21“ e 17"
Suspensão 255 e 235mm
Peso Seco 226k
[/cotarmsg]

Com a implantação de um novo regime em Manaus, em 1993, que permitia a venda como "nacionais" de motos montadas com conteúdo quase todo importado, a Ténéré viu chegar o fim da linha. A Yamaha lançava aqui a XT 600E, mais compacta, com freio a disco traseiro e a mesma mecânica básica. Ainda nesse ano deixava o mercado o "camelo mecânico", que homenageava em seu nome o deserto africano, hábitat natural dessas grandes motos.

fontes by:Uolbestcar "motos do passado" e brasiltrails

[center]Duas Rodas ano 14 nº153
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[center]Duas Rodas ano 28
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[center]Duas Rodas Tenere X Xlx350
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[b][center]Duas Rodas Ano 17 nº202 Tenere X Nx150
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Um abraço,
Adelson

Imagem:adelson_melo@hotmail.com
Por Falta de Telefone Não Vai Ser!!!
(RAV) 1º 82 9907 7117 / 82 8898 2984 - 2º 82 3271 1655
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Mensagempor wagfred » 25 Nov 2005, 16:42

QUE HISTÓRIA MAIS LINDA IRMÃOI ADELSON PARABENS!!!!!

ABRAÇOS WAGNER
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Mensagempor milico » 25 Nov 2005, 17:11

Obrigado Adelson_AL :D
Agora eu sei por que olho a minha TENERE!! E tenho orgulho dela!! :-!
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Colaborativo
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RIO DEJANEIRO/RJ

Mensagempor agnaldomotor » 26 Nov 2005, 09:56

Muito bom essa reunião de mateial sobre a tenere =D>

mas vcs viram a comparação absurda?? #-o 8-) 8-)

NX150Xtenere 8-) 8-) 8-) 8-) 8-)

Porra... que editoração comprada filha duma p*bip #-o

valew :-!
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Mensagempor Rex The Hut » 26 Nov 2005, 10:16

Maravilha...

parabéns Adelson...

Voce reuniu todo material numa só página... legal!!!! :-!


Agora... só faltou aquele comparativo da XT600 com a Scooter 50cc.... :-D :-D

NX150...... Fala sério!!!!!!! hehehehehehhe


abração
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Mensagempor Beethoven » 26 Nov 2005, 11:10

Muito bom Adelson, obrigado pelo cuidado de compartilhar a matéria conosco.

Comparativos esdrúxulos já são uma constate na Duas Rodas, por mais que eles justifiquem não dá para entender certas propostas. Para pôr uma pouco de lenha na fogueira :twisted: , esse ano vi dois comparativos que seguem a mesma tendência, apesar da diferença ser menor que citada acima entre a 600Z e a NX150:

1) XT660 x BMW 1200 GS

2) XT600 x KTM LC8 950

Tudo bem que as nossas XT's são boas motos, mas sua vantagem pára no quesito preço, compará-la com os modelos acima é brincadeira.

Tenho dito.
Beethoven Max
Tentando voltar....
Vida longa a todos sobre duas rodas!
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Mensagempor Miúdo » 26 Nov 2005, 13:29

milico escreveu:Obrigado Adelson_AL :D
Agora eu sei por que olho a minha TENERE!! E tenho orgulho dela!! :-!



Verdade...

agora tbm eu sei o porque dessa imensa vontade de comprar uma Ténéré... tô quase...
.........Miúdo.........


Antes de magoá um coração, óia se ocê num tá dentro dele...
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Mensagempor Siri&Perereca » 26 Nov 2005, 21:11

Legal a matéria. :-!
Mas no meu modo de ver, quando se compara alguma coisa com outra, tem que pelo menos ser parecido.
Tá certo, são 2 motos. Mas a diferença de potência é muito grande. Qualquer dia ele vão compar uma VMAX com uma jog. 8-) 8-) 8-)
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